Na Fazenda Bravinhos, o dia começa cedo e termina com a satisfação de quem sabe que cada safra carrega mais do que produção: carrega dedicação, esperança e o sustento de uma família.
É ali que vive e trabalha Valteir Moreira, produtor que há mais de duas décadas constrói sua história com a cultura do milho. Tudo começou em 2005, quando decidiu plantar milho para silagem. A região já mostrava potencial, e aos poucos aquilo que começou como uma aposta foi se transformando em um caminho sólido.
Ano após ano, com trabalho constante e cuidado em cada etapa, as áreas foram crescendo. Hoje, Valteir cultiva mais de 120 hectares de milho para silo, uma atividade que se tornou parte fundamental da rotina e da vida na fazenda.
Para ele, o milho representa muito mais do que uma lavoura.
É dele que vem o sustento da família. É dele que nasce a continuidade do trabalho no campo. É dele que vem a motivação para seguir produzindo todos os anos.
Claro que a caminhada no campo também exige atenção. O clima, por exemplo, é sempre um fator decisivo. Há anos em que o sol forte e os ventos desafiam o produtor, exigindo ainda mais cuidado e estratégia. Mas nesta safra, a natureza colaborou. As lavouras se desenvolveram bem e agora o milho já se aproxima do ponto ideal para silagem — só aguardando alguns dias de sol para que as máquinas entrem nas roças e iniciem a colheita.
E quando se fala em produzir bem, Valteir destaca que ninguém faz isso sozinho.
Ao longo dos anos, a parceria com a CARPEC tem sido parte importante dessa trajetória. Desde o atendimento na fazenda até as orientações técnicas, a presença da cooperativa no dia a dia do produtor traz mais segurança para as decisões no campo.
“Depois que me tornei cooperado da CARPEC, tudo ficou mais fácil. Quando preciso de atendimento, os agrônomos vêm rápido e sempre ajudam no que for necessário”, conta.
Para quem vive o agronegócio de perto, a importância do milho vai muito além da lavoura. Ele está presente na base da produção pecuária, alimentando rebanhos leiteiros e gado de confinamento em todo o país.
Nas palavras do próprio produtor:
“Sem o milho, o Brasil não gira.”
E os resultados dessa dedicação aparecem na prática. Nesta safra, a Fazenda Bravinhos alcançou 60 toneladas por hectare, um resultado que, segundo Valteir, vem do cuidado em cada detalhe.
Porque no campo, existe uma regra simples que atravessa gerações:
quem zela bem, colhe bem.
Neste 24 de abril, Dia Internacional do Milho, histórias como a de Valteir Moreira mostram que por trás de cada lavoura existe muito mais do que números. Existe trabalho, confiança e a força de quem acredita no agro todos os dias.
FONTE/TEXTO: COMUNICAÇÃO CARPEC
