No dia 01 de outubro, o mundo celebra o Dia Internacional do Café, uma data que homenageia produtores e amantes dessa bebida que une culturas, histórias e tradições. Para marcar esse momento, a CARPEC escolhe contar a história de uma jovem que simboliza a dedicação, a superação e a paixão que unem todos os nossos cooperados: Roberta Costa Carneiro, de 28 anos, da Fazenda Cristo Rei.
Aos 28 anos, Roberta Costa Carneiro carrega em si uma trajetória marcada por reencontros e escolhas corajosas. Formada em Arquitetura e Urbanismo, parecia ter seu caminho traçado entre plantas e projetos. Mas a vida a levou de volta às suas raízes, à Fazenda Cristo Rei, onde reencontrou no café sua verdadeira vocação.
“Na Arquitetura, aprendi a olhar os espaços com respeito, a entender processos e transformar ambientes em lares. Mas foi na fazenda e na cafeicultura que tudo ganhou sentido. Aqui eu me sinto verdadeiramente em casa”, conta Roberta, emocionada.
Vivendo sua segunda safra, ela descreve a experiência como intensa e apaixonante. “Acompanhar cada etapa, do plantio à xícara, é como ver uma história sendo contada em detalhes. Mesmo diante dos desafios, é encantador”, revela.
Um dos momentos mais marcantes até aqui foi quando alguém provou seu café pela primeira vez e descreveu as notas que encontrou. “Naquele instante eu percebi que todo cuidado, desde o plantio até a pós-colheita, realmente faz sentido. A xícara entrega o resultado e isso me emociona até hoje”, lembra com orgulho.
Entre tantos momentos especiais, um em especial marcou sua trajetória: quando alguém provou pela primeira vez seu café e descreveu as notas da bebida. “Ali eu percebi que todo o cuidado no campo, na colheita e no pós-colheita faz sentido. A xícara entrega a alma do nosso trabalho. Isso me emociona até hoje”, relembra.
Roberta também faz parte do projeto “Mulheres que Inspiram”, onde, mesmo sendo uma das mais jovens, já se tornou exemplo. “É uma honra fazer parte desse grupo. Estar ao lado de mulheres tão fortes e experientes me motiva e mostra que não estamos sozinhas. Cada história é um aprendizado e me enche de orgulho.”
Com o apoio da família, a jovem acredita que a sucessão rural é mais do que continuidade: é manter vivo o legado, com valores, identidade e inovação. “É passar a fazenda adiante de forma respeitosa e bonita.”
Ao compartilhar sua trajetória neste Dia Internacional do Café, Roberta deixa também uma mensagem a outros jovens:
“Escutem o coração. Às vezes, o caminho inesperado é o mais verdadeiro. Está tudo bem começar de novo, está tudo bem voltar para casa. Nossas raízes podem ser nosso maior ponto de partida. Quando existe paixão, tudo fica mais leve. Voltar para o campo pode dar medo, mas também pode ser a escolha mais linda da vida.”
Neste 01 de outubro, a história de Roberta representa todos os cooperados da CARPEC — homens e mulheres, jovens e experientes — que fazem do café não apenas um cultivo, mas um legado de amor, dedicação e inspiração.
FONTE/TEXTO: COMUNICAÇÃO CARPEC
